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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Terramoto - Panico na Indonésia

Um terremoto de magnitude 8,6 e uma série de réplicas fortes atingiram a costa da Indonésia nesta quarta-feira, obrigando moradores até no sul da Índia a fugir de edifícios e buscar abrigo em lugares elevados, mas autoridades descartaram temores de um enorme tsunami como o de 2004.


A julgar pelas imagens que todos já viram, pelo menos uma vez, os locais tem fortes razões para temer novos tsunamis.



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domingo, 11 de março de 2012

Fukushima - 1 ano depois

O Japão parou neste domingo para lembrar com um minuto de silêncio as vítimas do terremoto e devastador tsunami que há um ano arrasaram o nordeste do país. A tragédia de 11 de março de 2011 provocou quase 20 mil mortos e desaparecidos e  uma crise nuclear na central nuclear de Fukushima, a pior dos últimos 25 anos.



Às 14h46, milhões de japoneses lembraram em silêncio os mortos da tragédia, enquanto que nos vários municípios litorais da região nordeste, ainda em plena reconstrução, os alarmes voltaram a soar como homenagem um ano depois do desastre.

Em Tóquio, o minuto de silêncio marcou o início de um memorial de homenagem ás vítimas, no qual  participam o imperador, Akihito, o primeiro-ministro, Yoshihiko Noda, e os membros de seu Gabinete.

Durante o memorial, Akihito pediu aos cidadãos que mantenham o seu apoio aos afetados pelo tsunami e que prossigam os "contínuos esforços" para melhorar a situação nas regiões afetadas.

O imperador, de 78 anos e recentemente submetido a uma operação de "by-pass" coronário, advertiu que ainda há "obstáculos no caminho". "Desejo que todo o povo japonês esteja com eles", disse o chefe do Estado, com traje de luto e acompanhado pela sua esposa, a imperatriz Michiko, vestida com um quimono preto.


Reconstruir as cidades tem sido o maior desafio do governo japonês após a tragédia. A partir deste mês, os cofres públicos começam a financiar  as sete províncias e 59 municípios diretamente afetados. Subsídios destinados a serem aplicados na movimentação de famílias para áreas mais elevadas e reconstrução de prédios públicos, como escolas, postos de saúde e portos.